sábado, 13 de agosto de 2011
Desafios da educação à distância no Brasil
A deputada federal Professora Dorinha (DEM/TO) apresentou requerimento à Comissão de Educação (CEC) que solicita a realização de audiência pública para debater os desafios da educação à distância no Brasil. O documento, protocolado nesta quarta-feira, 06, tem como objetivos debater questões relacionadas à regulamentação do Ensino a Distância – EAD no Brasil, a questão do preconceito e discriminação praticados pelo Conselho Federal de Serviço Social aos acadêmicos do curso em EAD, e a questão da regulação e controle de qualidade dos cursos na modalidade EAD.
Segundo Dorinha, milhares de estudantes em diversos pontos do país estão matriculados em cursos à distância e necessitam de um acompanhamento na qualidade do ensino ofertado. “A democratização que o ensino à distância proporcionou à educação é louvável. Porém, temos que primar pela excelência do ensino, para termos profissionais qualificados no mercado de trabalho. Vale ainda ressaltar que está sendo debatido o PRONATEC, que tem como objetivo expandir, interiorizar e democratizar a oferta de cursos técnicos e profissionais de nível médio, e de cursos de formação inicial e continuada para trabalhadores.”, disse a parlamentar.
Serão convidados para a audiência pública Fernando Haddad,Ministro da Educação;
Sâmia Rodrigues Ramos, Presidente do Conselho Federal de Serviço Social; Marcos Formiga, Associação Brasileira de Ensino a Distância; Hélio Chaves Filho, Diretor de Regulação e Supervisão em EAD do Ministério da Educação; Ricardo Holz, Presidente da Associação Brasileira dos Estudantes de Educação a Distância.
PAR
Ainda nesta quarta-feira, 06, a deputada Professora Dorinha apresentou outro requerimento para realização de audiência pública, para tratar do PAR – Plano de Ações Articuladas da Educação. O PAR é um importante instrumento de gestão educacional. Ele é dividido em quatro dimensões: gestão educacional; formação de professores e de profissionais de apoio escolar; práticas pedagógicas; e infraestrutura física e recursos pedagógicos.
Participam da audiência pública sobre o PAR representantes do Ministério da Educação, do Fundo Nacional para o Desenvolvimento da Educação, Undime e Consed. (Da assessoria)
http://www.educacaoadistancia.blog.br/deputada-quer-debater-educacao-a-distancia/FONTE:
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A iniciativa é muito boa, pois há muitas arestas ainda para serem aparadas neste tema.
ResponderExcluirTemos diversos estudantes vivenciando esse drama, pois os cursos são autorizados pelo MEC, mas por outro lado Conselhos Federais, como o de Serviço Social, se recusam a aceitar os diplomas e discriminam os recém formados. Essa situação precisa ser enfrentada com seriedade.
Acredito que o (PAR),Plano de Ações Articuladas da Educação, será muito importante no que tange ao ensino no país, pois, como ferramenta de gestão e principalmente focando a formação de professores e de profissionais de apoio escolar, assim como, as práticas pedagógicas, irá trazer mais credibilidade a edução a distância.
ResponderExcluirRonald, boa noite! A iniciativa da parlamentar é muito ineressante, pois normatizará a EAD. No Blog Difusão Total http://difusaototal.blogspot.com é levantada a questão quanto ao profissional comprometido com a EAD. Portanto esperamos agora, com esta iniciativa, podermos encontrar amparo na forma d lei para este profissional.
ResponderExcluirConcordo que a qualidade, o acompanhamento e a normatização desta modalidade deva ser olhada com carinho e responsabilidade. Demos um passo importante no que diz respeito ao acesso ao conhecimento e não podemos nos permitir um retrocesso. Há que se considerar ainda que, a realidade nos chama a ações que sejam compatíveis com a vivência dos alunos e não podemos cometer o equívoco de nos prender ao que no passado funcionou. Um cuidado adicional deve ser tomado: Não se deixar enredar pelo excesso de zelo e cair no engessamento de uma modalidade que tem como premissa o auto desenvolvimento, auto disciplina, auto responsabilidade, ou seja, promover uma transformação no indivíduo para que não mais seja tutelado, e antes, caminhe por seus proprios meritos e movido pelo seu próprio desejo de evolução. Isso para mim é claro e o que de maior valor esta modalidade nos traz.
ResponderExcluirAté a próxima.
Priscila